Archive for the 'Fatima Bertini' Category

Romaria, tu também és poesia!

Posted on 10/24/2008 at 10:38:30 AM

Cada passo foi por Ti, Pai querido,
A dor dos músculos
E a expiação dos pés.
Pela Vocação, meu Senhor,
Irei às distâncias.
Um ponto a outro que separa quilômetros,
Mas que alcançam minha alma.
Vezes, silêncio havia.
Eram as economias das forças.
Vezes, lutas contra o demônio
Aí, seus sugestivos convencimentos do cansaço.
Mas, quem ama, não se cansa.
Quem anda por amor não pode parar.
Uma [...]

Pois sou Jesus

Posted on 4/24/2008 at 4:42:11 PM

Filho, se Me pedires,
irei até os teus sepulcros,
pois a morte Eu já venci.
Sou Jesus
e o meu Pai sempre me ouve.
Ressuscitei Lázaro, o meu amigo.
Agora, vem tu também pedir-Me vida.
Eu a te dou, pois sou Jesus,
e o meu Pai sempre me ouve.
Se creres,
verás a Glória de Deus:
Em tua vida,na solução do que tu não resolves.
Em teus [...]

Misericórdia és Tu!

Posted on 4/8/2008 at 4:12:32 PM

Sim, Misericórdia, és Tu!
Dama do Amor,
Senhora da paciência,
Pureza da Onipotência:
Tu Misericórdia, és Tu
Que violenta e dilacera
O que não quer mudar.
Transforma e refaz,
surpreende e exige
da alma, o esforço
da carne, a violência
da natureza, a humanidade redimida.
És tu, minha Senhora,
que reverte minhas tendências,
muda as vozes mudas da não entrega
e os sons ocos do coração empedernido.
É em vão que [...]

O Céu do meu Amado

Posted on 4/8/2008 at 3:48:04 PM

No céu, haverei de ouvir os mais belos cantos,
Contemplarei as mais belas rosas e
Encontrarei os anjos gloriosos de Deus.
Por todas as faces dos santos, me encantarei
Conversarei com os doutores da Igreja e
Abraçarei ardorosamente os mártires.
As estrelas são rachaduras
do chão desse céu.
Por elas vazam luzes.
A lua é a brecha maior de luz,
pois o céu que agora [...]

A Cela

Posted on 4/8/2008 at 3:33:02 PM

Eu, que de minhas celas
Me aprisiono,
Meu Criador,
De sua cela,
Me liberta.
O universo livre e,
No silêncio,
Dentro de uma cela,
Meu Criador me espera.
A cela do Todo-Poderoso
me liberta e me ressurge
no Corpo Ressuscitado
e no Sangue ressurgido.
Ah, não mais as celas!
O Corpo, o Sangue
Na cela do Eterno
Sempre espera.
As celas serem entregues
As vontades convencidas,
a matéria submetida e
o Amor, enfim, compreendido.